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Artigos sobre arte e cultura
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O Calhambola, de Trajano Galvão de Carvalho
Antes de Castro Alves se tornar a grande referência da poesia abolicionista no Brasil, o maranhense Trajano Galvão de Carvalho já dava voz, em seus versos, à figura do negro escravizado como sujeito de força, orgulho e resistência.

Arte Ao Redor
há 3 dias3 min de leitura


Luiz Gama e a Abolição Inacabada
No Brasil, o 13 de maio costuma surgir envolto por uma narrativa conciliatória. A assinatura da Lei Áurea aparece, muitas vezes, como um gesto magnânimo da monarquia, concentrado na figura da princesa Isabel e numa ideia abstrata de “fim da escravidão”.

Arte Ao Redor
há 6 dias5 min de leitura


O homem
"O homem" é um ensaio existencial em prosa poética de Jorge Ricardo.

Arte Ao Redor
6 de mai.2 min de leitura


Perguntas de um trabalhador que lê, de Bertolt Brech
No Dia do Trabalhador, o poema “Perguntas de um trabalhador que lê”, de Bertolt Brecht, ainda provoca um tipo raro de deslocamento: ao invés de aceitar a História como ela costuma ser contada, insiste em interrogá-la.

Arte Ao Redor
1 de mai.3 min de leitura


Um café à meia-noite
Poesia "Um café à meia-noite" de Luiza Pessôa.

Luiza Pessôa
22 de abr.1 min de leitura


Animais e a Peste
Uma fábula de tradição clássica, em adaptação de Monteiro Lobato

Arte Ao Redor
15 de abr.2 min de leitura


No Sermão que Pregou na Madre de Deus D. João Franco de Oliveira, Pondera o Poeta a Fragilidade Humana, de Gregório de Matos
Soneto “No Sermão que Pregou na Madre de Deus D. João Franco de Oliveira, Pondera o Poeta a Fragilidade Humana”, de Gregório de Matos.

Arte Ao Redor
8 de abr.1 min de leitura


Ou Isso Ou Iço?
"Ou Isso Ou Iço?" é um ensaio existencial em prosa poética de Jorge Ricardo.

Arte Ao Redor
1 de abr.2 min de leitura


Pneumotórax, de Manuel Bandeira
Poema "Pneumotórax" de Manuel Bandeira

Arte Ao Redor
25 de mar.1 min de leitura


A Laranjeira, de Júlia Lopes de Almeida
Poesia "A Laranjeira" de Júlia Lopes de Almeida (1862–1934), uma das escritoras mais importantes da literatura brasileira entre o final do século XIX e o início do século XX.

Arte Ao Redor
18 de mar.1 min de leitura


Três datas, uma pergunta: quem decide o dia da poesia?
Dois dias atrás, 14 de março, muita gente celebrou o que, por tradição, costuma chamar de “Dia da Poesia”, associado ao nascimento de Castro Alves (1847–1871). Mas, no Brasil, existe também um “carimbo oficial”: desde 2015, por lei, o Dia Nacional da Poesia é 31 de outubro, aniversário de Carlos Drummond de Andrade.

Arte Ao Redor
16 de mar.2 min de leitura


Nordeste, de Jorge de Lima
Publicado originalmente em 1932, o poema “Nordeste” reúne, em poucos versos, imagens de fé, violência, seca e mito, compondo um retrato denso e simbólico da experiência nordestina.

Arte Ao Redor
11 de mar.1 min de leitura


A Palavra em Queda
"A Palavra em Queda" é um ensaio existencial em prosa poética de Jorge Ricardo.

Arte Ao Redor
2 de mar.2 min de leitura


Carnaval, Interioridade e Tempo Histórico: Manuel Bandeira em 1919
O Carnaval, em Bandeira, é menos um evento do calendário do que uma metáfora da condição humana: entre máscaras e revelações, somos chamados a discernir onde, de fato, habita nossa alegria.

Arte Ao Redor
16 de fev.3 min de leitura


Frestas
"Frestas" é um ensaio existencial em prosa poética de Jorge Ricardo.

Arte Ao Redor
19 de jan.2 min de leitura


Felicidade de Papel: o desencanto como herança em “Anoiteceu”
“Anoiteceu” revela um traço persistente do imaginário brasileiro: a distância entre promessa e experiência. Em um país que naturaliza desigualdades profundas, a canção permanece atual porque descreve algo que se repete.

Arte Ao Redor
22 de dez. de 20253 min de leitura


A Escrita como Magia: Palavra, Consciência e Responsabilidade
Na era em que a palavra circula como mercadoria — “conteúdo” rápido e descartável —, lembrar sua dimensão mágica é um ato de resistência. Cada vez que alguém lê, sua consciência é tocada, reconfigurada, expandida

Arte Ao Redor
8 de set. de 20253 min de leitura


A maternidade onde a história falha
No Dia das Mães, celebramos afetos, memórias e a força invisível que sustenta laços familiares. Mas e quando a guerra rasga o tecido da vida, deixando apenas destroços? "Vietnã", poema da Nobel de Literatura Wisława Szymborska, ecoa até hoje como um retrato universal das mães que carregam filhos nos braços e tragédias nas costas.

Arte Ao Redor
11 de mai. de 20253 min de leitura


Anima
Poesia de Catarina Santos

Arte Ao Redor
31 de mar. de 20252 min de leitura


A Importância da Indicação de "Ainda Estou Aqui" ao Oscar
o filme se torna um símbolo de resistência cultural e um tributo à memória daqueles que foram silenciados.

Arte Ao Redor
27 de jan. de 20253 min de leitura
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