No Sermão que Pregou na Madre de Deus D. João Franco de Oliveira, Pondera o Poeta a Fragilidade Humana, de Gregório de Matos
- Arte Ao Redor

- há 23 horas
- 1 min de leitura
Gregório de Matos Guerra (1636–1696) é um dos nomes mais emblemáticos do Barroco na literatura brasileira. Nascido em Salvador, destacou-se por uma poesia de forte densidade moral, religiosa, satírica e lírica, marcada pelo engenho verbal e pelo olhar agudo sobre as contradições humanas e sociais de seu tempo. Sua escrita transitou entre a crítica feroz aos costumes da sociedade colonial, que lhe rendeu o apelido de “Boca do Inferno”, e a reflexão espiritual profundamente marcada pela consciência do pecado, da vaidade do mundo e da brevidade da vida. No soneto “No Sermão que Pregou na Madre de Deus D. João Franco de Oliveira, Pondera o Poeta a Fragilidade Humana”, essas características se evidenciam com clareza: a linguagem conceptista, o jogo de ideias e a meditação sobre a condição humana revelam a força barroca de uma poesia voltada para a instabilidade da existência e para a inevitabilidade do fim.

Acompanhe nossos podcasts no Spotify.
Inscreva-se em nosso blog para receber outras publicações sobre arte e cultura.
Conheça nosso livro
Lançado em 2024, o livro "Arte em debate: reflexões contemporâneas", da autora Luiza Pessôa, artista, graduada em História e pós-graduada em História da Arte, reúne artigos revisados e ampliados do blog Ao Redor Cultura e Arte que abordam temas relacionados à arte, além de textos inéditos da autora.





Comentários