Conta-se, em muitas regiões da Amazônia, que nas águas mais escuras vive uma serpente imensa. Seu corpo é tão grande que não se mostra por inteiro. Às vezes, aparece apenas como um movimento estranho no rio, um redemoinho repentino, uma sombra comprida deslizando sob a canoa. À noite, seus olhos podem brilhar como duas luzes distantes.